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Saturday, April 17, 2010

pff

Já faz muito tempo...

...que eu não venho aqui.
...que eu não tenho nada pra dizer.
...que eu não tenho vontade de escrever.
...que eu não estou bem.

Alguém pergunta: "Tudo bem?"
E eu,
momento 1: "Está tudo uma merda, mas vou continuar fingindo pra mim mesma que está tudo bem"
momento 2: "Está tudo uma merda, mas vou continuar fingindo pros outros que está tudo bem"
momento 3: "Está tudo uma merda, e não vale a pena esconder... aliás, que se fodam os outros!"
momento 4: "Está tudo uma merda, mas pfff e fujo dos outros para chorar"
momento 5: "Está tudo uma merda, e choro aqui mesmo, na tua frente, seja vc o filho da puta que for... o que é?? nunca estiveste mal na vida?? nunca viste lágrimas?? eu choro e sofro poque sou humana!"
momento 6: "Está tudo uma merda, mas vamos lá, isto não pode durar para sempre... mas tá difícil!"

Não fossem pelas pessoas que se importam...

Faz sol, às vezes...

Tuesday, July 07, 2009

Serei eu feita de quê?

Lisboa.
Natália.

Minha mãe.

Minha casa.

Nada.

Já não uso armadura. Sou feita em aço, com peças sobressalentes.

Saturday, April 11, 2009

meu aniversário

Com presenças ilustríssimas, dia 28 de Março passou como a minha última semana em Portugal antes de vir para Edinburgo: como um sonho. Um sonho bom!!

Tenho muito o que actuallizar no blog... e sinceramente, quem lá esteve sabe como foi bom.
Quem não foi... ano que vem tem mais (ou assim espero eu...)



Pat, lá no cantinho!



Nêga maluca e a loira escandalosa!


Outra loira escandalosa!


Marcelo e Marcela


Natália e Natália


Casal 20


Casal 20 II


Mestre e Pupilo


Eu e minha ídola, Sandra



Minha esposa loira e "tall and skinny" e meu alter-ego


Eu e Prof Dr Ção Sicunha


Três gajas boas


Tuesday, March 10, 2009

Fui a Pisa


Fui a Pisa ver meu primo Rodrigo... (tem que haver fotinho com a Torre...)

Depois fomos a Florença ver o David de Michelangelo.

Depois voltamos a Pisa e fomos almoçar em Massa, com o Matteo.

De todas as coisas que vi, das pessoas que conheci e das as fotos que tirei, o mais importante, trago comigo: a certeza de que uma vida tem muitas componentes e que as diferenças só servem para realçar o quanto cada um de nós vale. 
Venho leve e feliz!

Não me vou esquecer do Jean, que nos cedeu a casa e que é a coisa mais linda em toda a sua francezisse, e da comida maravilhosa da mãe do Matteo. Também não me esquecerei daquele domingo à beira-mar, com o Matteo e nem do Medhi, para quem qualquer descrição seria sempre pouco vibrante, por mais plumas e purpurina que eu metesse...


Monday, September 22, 2008

Na toca do Tatu


Tatu e Mariana são "gente que faz":

Wednesday, September 17, 2008

Cabíria




A minha madrasta (ou boadrasta, como ela prefere ser chamada) caiu de pára-quedas na minha vida quando começou a andar com o meu pai. Não. Ao contrário. Caí eu, de pára-quedas na vida dela quando vim, em 2005 visitar meu Pai em Teresópolis, pela primeira vez, depois de me ter mudado para Portugal. Desde o primeiro instante (eu e essa minha mania de achar que olho para as pessoas e “vejo”) gostei muito dela. Conversamos por imenso tempo enquanto eu ainda tentava me acostumar ao facto de ter ali, depois de 2 looongos anos, bem na minha frente, o meu Pai – eu sei que isso parece papo de filho adoptivo que reencontra os pais biológicos, mas enfim… há gente e situações que me causam os efeitos mais inesperados.

No ano passado, confesso que não sei muito bem o que se passou. Tenho a impressão de que ela não esteve aqui por muito tempo… quase não convivemos, quase não conversamos. E dos 3 ou 4 diálogos que tivemos, só me lembro do desastroso dia do “todas as pessoas de quem eu gosto, tenho a certeza, vão para o Inferno”. Os olhos verdes de Cabíria arderam em chamas e ela respondeu indignada: “Ah, mas eu não vou pro Inferno, não!” Já nem me lembro bem do que pensei: se ela estaria ofendida pela sugestão da sua maldade ou se pela sua exclusão do círculo de pessoas que eu amo.

Este ano, Cabíria tem estado, sem dúvida mais presente. E apesar de Libra que é, não é uma pessoa calculista, e nem tão pouco indecisa! Blá blá blá psico-exotérico à parte, eu, que sempre critiquei minha mãe pela conversa do “sou muito velha para correr atrás de homem” aos 45, tenho que tirar o chapéu para a Cabíria, que, mesmo depois de um casamento de 15 anos, 2 filhos e muita estrada, acredita cegamente que é sempre tempo de recomeçar, e que tem força de vontade e paciência (de Jó) para viver (ainda mais quando é) com alguém (tão parecido comigo) como meu Paizinho.

Pode haver aqui algum desavisado, perdido na blogsfera, que venha dizer que eu sou um docinho de pessoa, tão cândida! Mas quem me conhece a sério sabe bem que de docinho tenho pouco. Ou então, sou a perfeição de criatura com o sentido de auto-crítica mais apurado do universo. De um jeito ou de outro, a ordem dos factores não altera o produto. Assim, acho que viver com meu pai é fantástico. Mas só serve para alguém como eu, feita da mesma forja que ele… ou então, como a Cabíria.

Ah e tal que, então, eu contei para Cabíria uma certa estória que anda acontecendo num gerúndio à conta-gotas na minha cabeça, e eu, com a ilusão pateta da armadura de adamantium que veste a minhoca, depois de 2 ou 3 perguntas simples, fiquei totalmente nua, desvendada, reduzida ao mais banal dos lugares comuns. Não é todo mundo que tem o direito de olhar e saber, de dentro para fora, aquilo que sinto. Ainda não preenchi este formulário para ela. Mas ali estava eu, sem palavras, sem argumentos, sem razão. Teimosa que sou, ainda assim, acho que ela esconde uma carta na manga: ela vive com meu Pai. E conhece o meu Pai, no melhor e no pior que a armadura tem para oferecer. Diz e repete, em alto e bom som, para quem quiser ouvir: ba-ba-qui-ce! Perda de tempo, lamechice, viadagem.

Ai de mim!

Friday, August 29, 2008

Sou uma preguiçosa!

Meu querido amigo Pedro Setti Perdigão está a mochilar pelos arredores das Argentinas... e como tal, escreve um diário de viagem que envia aos amigos para que nós acompanhemos o seu percurso e suas peripécias.

Num dos e-mails, Pedro faz uma pausa, a meio da narrativa, para explicar que, antes de fechar a mala, uma pessoa deve parar e incorporar a Poliana (que é o ícone da easy-goingness, que beira a palermice). Só se deve sair de casa com a certeza de que alguma coisa (possivelmente tudo) vai sair diferente dos planos e que haverá perrengue.

Eu, que me acho uma pessoa sem a menor paciência (de Jó), que acho que sou explosiva e que fico facilmente com raivinha (especialmente de objectos e circunstânicias), cheguei à brilhante conclusão que, na verdade, eu tenho sim um quê de Poliana. Nas viagens (curtas ou longas) que faço, saio sempre de casa pronta pro que der e vier. Na verdade, nem gosto muito de ter tudo milimetrado (já basta ser psicopata no laboratório), porque quanto mais uma pessoa planeja, maior a chance de se decepcionar com o resultado final. E, pensando bem, fora as experiências que faço (que já me tomam 90% do meu tempo e da minha energia útil), NADA mais é planejado. Normalmente, decido o que vou fazer a seguir, em cima do laço, meu fim de semana é combinado na sexta-feira, decido o que vou comer quando chego ao restaurante... Se sim, sim. Se não, não. Whatever!

E nada disso é devido a uma fé cega em Deus (como é o caso da Poliana), ou por ter, finalmente alcançado a luz, sob a influência dos ensinamentos de Buda: a verdade é que sofrer cansa. Dá trabalho. E a mim, nem é a paciência que me falta... falta-me é energia! Tenho preguiça.

Monday, August 18, 2008

De repente, não mais que de repente...

Tudo que era mau ficou bom
e de todas as incertezas fez-se chão
da neblina fez-se luz...
(e graças a Deus que eu não sou poetiza, se não morria de fome!)

Mas já há visto, já há Brasil, já há férias... também já há pausa e quebra de paradigma, já há vida Paris Hilton, com pessoas Paris Hilton, na cidade Paris Hilton, ao alcance de um telefonema.

O final de Julho e início de Agosto foram marcados pela resolução, enfim!
E depois de tanta coisa que aconteceu em apenas 2 semanas, fui obrigada a accionar o desfragmentador de disco (do disco rígido do meu cérebro!). Porque eu ainda me surpreendo com as acções das pessoas... e pior, surpreendo-me ainda com as minhas reacções...

Wednesday, July 23, 2008

e o ratel sou eu??


Ontem descobri um animal fantástico: o ratel.

Também conhecido como honey badger, caça cobras nos altos das árvores e, mesmo velho e sem dentes, lutou durante 1h antes de ser morto por um leopardo.......

é melhor definido pela palavra tenaz.
Identificação automática!

Monday, July 07, 2008

Micróbio da Sociedade

Eu sou um micróbio da sociedade.

Tenho um relatório de actividades referente ao primeiro ano do meu doutoramento para entregar aos membros da minha comissão tutorial. Já vou a meio do segundo ano, e nada de entregar o relatório. Hoje passei pelo Coruja, que estava triunfante em relembrar-me deste facto. Ri-me sem jeito. Sou assim: relapsa... fazer o quê??

Recebi, finalmente a resposta do SEF quanto ao meu pedido da autorização de residência. Deferido. Pois, mas, para além da taxa do visto, tenho que pagar também uma multa por não tratar das coisas atempadamente. Uma multa porque o recibinho azul caducou......... Sou assim, já sabemos...

Venho pro laboratório e, não há ratos, não a Puedro... passo o dia todo sem fazer um caralho, pensando na hora de sair e ir pra esplanada. Está sol e calor. Dia de esplanada!

E acreditem, é só por má vontade que eu não trato das prendas e da organização de eventos............ porque, além de relapsa, sou assim: horrível!

Wednesday, April 02, 2008

28-03-2008

(aqui vai esta foto porque pensei non-stop no meu paizinho que, ao ver esta combinação chocante, diria: que escrotidão!! hihi)

No dia 28 fiz 28 anos. Tanto 28 que até tenho medo da sombra ameaçadora de Saturno... Mas para já, ainda nem sequer vi a ponte... por isso, ainda não a atravessarei.

Fiz uma festa que, na semana passada, me custou tempo, energia e serviu, acima de tudo, para dar outra motivação aos dias que, por aqui pelas terras lusas, já ficam cada vez mais longos.
A festa correu muuuito bem. Parece que foi mesmo um sucesso. Eu, pelo menos, diverti-me. Muito. Mas eu era o DJ e isso explica tudo.

Mas o que se diz quando se faz aniversário e a idade não pesa? Realmente, 28 parece-me um número já grande... nunca parei para imaginar como seria estar aqui, quando, nos idos dos meus 13 anos, idealizava a vida adulta. Pensava nos 18. Nos 20 e poucos. Nunca pensei nos 20 e muitos... também, estava tão longe... Eu e os planos a longo prazo.

A verdade é que, com essa idade, meu pai tinha uma esposa e uma filha de 1 ano. Eu sou estudante e vivo numa casa com móveis que não combinam... Outros tempos, bla bla bla.

Whatever. Ainda acho graça aos cabelos brancos que se multiplicam. Acho-os irônicos. Assim como achei irônico quando aquele garoto de rua (que tinha a minha idade, ou talvez, um ano a menos, que fosse) chamou-me "tia". Porque eu não sou uma senhora. Não sou um adulto já perto dos 30. Eu sou...... eu.

Thursday, January 24, 2008

Dr. Cox

Eu (in)explicavelmente tenho essa predileção pelos vilões das histórias.

Consigo lembrar desde os tempos remotos do Pentágono em que eu tinha aquela coisa pelo Loureiro, que era supostamente o professor mais carrasco do Universo (pelo menos do nosso universozinho de adolescente...).

Depois disso, sempre pude ver essa predileção pelos "maus" nas novelas (a Maria Regina e o Olavo são exemplos clássicos), nos filmes (a Mulher-Gato no Batman, o T-1000, no Terminator), nas séries de TV (o Sawyer, no Lost e o Sylar, no Heroes) e ainda na vida real (prefiro abster-me de citar exemplos....).

Agora minha paixão nova é pelo Dr Cox, aquele do Scrubs...

Sunday, January 20, 2008

...e se pensar aproximasse (parte 2)

Parece que tudo o que tenho feito ultimamente é pensar para ver se me aproximo... Ver se tenho mensagens no e-mail, se tenho mensagens no telefone, se tenho mensagens telepáticas de quem não vai escrever.

Nunca fui uma pessoa nostálgica. Platônica, talvez, mas nostálgica não. E nunca me perdi em pensamentos do que poderia/deveria ter sido e não foi. Sempre falei aquilo que me veio à mente, e ocultei aquilo que achava por bem não dizer. E raramente senti que me tinha enganado na escolha. Mas agora, enquanto lia um e-mail do meu primo Rodrigo, apanhei-me a pensar no porque de, durante o tempo em que vivemos na mesma cidade, não termos compartilhado mais da companhia um do outro... Tento acalentar a consciência com a idéia da diferença de idades que, antes era tão gritante, e que agora se dilui. E que, num futuro (próximo ou não) voltaremos a nos encontrar e conviveremos.

Sou assim, com esperanças, que muitas vezes sei serem vãs. Mas, nas quais acredito, não como uma promessa, mas como um sonho bom de sonhar. Aqueles que, quando acordamos, deixam-nos um sorriso no rosto durante boa parte do dia, e aquela sensação de que está tudo bem...

Wednesday, January 16, 2008

Espelho

Hoje estava no metro e vi uma menina que era a minha teenager counterpart. A garota devia ter por volta de 18 anos, tinha o cabelo preto esticado caído na cara, trazia uma gargantilha de picos, camiseta verde e calças jeans rabiscadas. Usava ainda uns braceletes. Olhei para ela e vi o meu reflexo, só que mais acentuado (afinal, eu sou uma senhora) e pensei "Ah, então é assim..." Ela vinha sentada junto com uma amiga, a partilhar os headphones e cantando Garbage: "I think I'm paranoid, and complicated"
Sentei-me de frente para ela, tenatando conter o meu sorriso de empatia. Tinha medo que parecesse invasiva ou simplesmente parva. Por isso, tentei fingir que não estava a prestar atenção.
Foi mesmo uma sensação engraçada... mas mais engraçado do que isso é pensar que, quando tinha a idade dela, eu não era assim. Ou era, mas não queria ser... Na verdade, eu era mais como aquela menina que, em Monte Alegre, ficou a olhar para mim e para a Natália como quem toma notas de como se comportar quando crescer...

Friday, December 07, 2007

A seta e o alvo




não é pelo video. é a música.

e eu? sou a seta.

PS: e que o Tatu não nos ouça... Amém!

Monday, November 19, 2007

idéia fixa



a letra está uns 5 ou 6 post abaixo...

Wednesday, August 29, 2007

felicidade geral da nação




e dado o sucesso do post "círculo", o meu próximo post será sobre sexo...




Tuesday, August 07, 2007

Straight and to the point

coin operated boy
sitting on the shelf he is just a toy
but i turn him on and he comes to life automatic joy
that is why i want a coin operated boy

made of plastic and elastic
he is rugged and long-lasting
who could ever ever ask for more
love without complications galore

many shapes and weights to choose from
i will never leave my bedroom
i will never cry at night again
wrap my arms around him and pretend....

coin operated boy
all the other real ones that i destroy
cannot hold a candle to my new boy and i'll
never let him go and i'll never be alone
not with my coin operated boy......

this bridge was written to make you feel smittener
with my sad picture of girl getting bitterer
can you extract me from my plastic fantasy
i didnt think so but im still convinceable
will you persist even after i bet you
a billion dollars that i'll never love you
will you persist even after i kiss you
goodbye for the last time
will you keep on trying to prove it?
im dying to lose it...
im losing my confidence
i want it
i want you
i want a coin operated boy.

and if i had a star to wish on
for my life i cant imagine
any flesh and blood could be his match
i can even take him in the bath
coin operated boy

he may not be real experienced with girls
but i know he feels like a boy should feel
isnt that the point?
that is why i want a coin operated boy

with his pretty coin operated voice
saying that he loves me that hes thinking of me
straight and to the point
that is why i want a coin operated boy.

Dresden Dolls

Friday, July 06, 2007

Que nem pinto no lixo!!

Comprei um computador novo!! Finalmente!! Agora vou poder postar tudo, todos dias!!! :-D

Ou não...

Tuesday, May 29, 2007

Amsterdamned!

Amei Amsterdã. Fui lá para o 5º Congresso Europeu de Medicina Tropical, que na verdade não foi tão bom quanto a pompa que o envolvia prometeu. Na verdade, eu, como todos daqui do Instituto, fomos ao congresso muito mais pela cidade do que pelo congresso em si, L-Ó-G-I-C-O. É uma cidade muito bonita para quem gosta de casas castanhas com janelas brancas e rios e rios e rios em ruas arborizadas. Não vou estar aqui com a pretensão de fazer uma resenha, mas digo apenas para qualquer interessado em dirigir-se a Amsterdã: CUIDADO com as bicicletas.

Depois de voltar de lá, venho com aquela sensação de que tudo é perto. O mundo é minha casa e já meio que sonho com minhas próximas férias. Sinto a necessidade de uma cidade cosmopolita, para me encher das novas tendências e estar perto de quem é avant-garde. Talvez Londres, já que, para Nova York seria preciso um visto e talvez uma benção do Papa para entrar na terra prometida "America".

Por outro lado, penso do fundo do meu coração que já estou farta de férias e que nunca seria capaz de planejar outra viagem antes do ano que vem. Agora quero (e preciso!) começar a trabalhar a sério nas experiências para o meu doutoramento. Voltar a ler e a saber o que fiz e o que tenho que fazer. Para quem me conhece bem, acho que é óbvio que, um mês afastada da bancada já foi suficiente para varrer por completo da minha mente tudo o que fiz este ano (o que não foi muito, anyway...). Ainda para quem me conhece bem, fica a minha surpresa de descobrir (ou confirmar) que sou mesmo workaholic e que, muito tempo sem trabalho, leva à sensação de inutilidade. Nem quero pensar no que vai ser quando eu me aposentar...

Assim que tiver fotos, publico algumas aqui. Senti falta de muita gente, em especial da Nat Nat, que já lá esteve com a sua sister, soul-mate and counterpart Tomoko. Eu estive com ela dois dias antes de ir e fui idiota suficiente para não perguntar nenhuma indicação. Mas não serei idiota em perder a chance de partilhar experiências, que, com certeza, são sempre pelo menos divertidas...