Sempre que venho ao Brasil quero ver 1 milhão de pessoas e, como é óbvio, sempre fica alguém de fora. Sempre é uma correria, sempre é um desespero. Atrasos, ônibus, 2, 3, 4 horas é pouco para por um ano (às vezes, mais!) de saudade em dia.
Ontem, como quarta e terça e segunda, foi a mesma coisa! Nessa, vi um monte de gente! Acredito que consegui estar com 80% das pessoas com quem eu gostaria de ver.
Verdade é que passei mais tempo indo e vindo do que lá, onde quer que eu tenha ido. O que acontece é que o Rio de Janeiro é uma cidade ENORME. Eu já parecia a Sofia Borges: saio agora às 10h, vou ao Centro da cidade, compro umas coisas, na volta passo no Rio Sul, compro outras coisas, e, antes do meio dia estou de volta..........
Gosto de sonhar com o dia em que irão inventar o teletransporte, o qual irá transformar todo o tempo gasto em tempo útil.
Friday, September 26, 2008
Thursday, September 25, 2008
Homo sapiens sapiens
"A gente só se reproduz porque é safado, não é porque forma casalzinho!"
Mari, sobre as vicissitudes da vida a dois...
Mari, sobre as vicissitudes da vida a dois...
Monday, September 22, 2008
Wednesday, September 17, 2008
Cabíria

A minha madrasta (ou boadrasta, como ela prefere ser chamada) caiu de pára-quedas na minha vida quando começou a andar com o meu pai. Não. Ao contrário. Caí eu, de pára-quedas na vida dela quando vim, em 2005 visitar meu Pai em Teresópolis, pela primeira vez, depois de me ter mudado para Portugal. Desde o primeiro instante (eu e essa minha mania de achar que olho para as pessoas e “vejo”) gostei muito dela. Conversamos por imenso tempo enquanto eu ainda tentava me acostumar ao facto de ter ali, depois de 2 looongos anos, bem na minha frente, o meu Pai – eu sei que isso parece papo de filho adoptivo que reencontra os pais biológicos, mas enfim… há gente e situações que me causam os efeitos mais inesperados.
No ano passado, confesso que não sei muito bem o que se passou. Tenho a impressão de que ela não esteve aqui por muito tempo… quase não convivemos, quase não conversamos. E dos 3 ou 4 diálogos que tivemos, só me lembro do desastroso dia do “todas as pessoas de quem eu gosto, tenho a certeza, vão para o Inferno”. Os olhos verdes de Cabíria arderam em chamas e ela respondeu indignada: “Ah, mas eu não vou pro Inferno, não!” Já nem me lembro bem do que pensei: se ela estaria ofendida pela sugestão da sua maldade ou se pela sua exclusão do círculo de pessoas que eu amo.
Este ano, Cabíria tem estado, sem dúvida mais presente. E apesar de Libra que é, não é uma pessoa calculista, e nem tão pouco indecisa! Blá blá blá psico-exotérico à parte, eu, que sempre critiquei minha mãe pela conversa do “sou muito velha para correr atrás de homem” aos 45, tenho que tirar o chapéu para a Cabíria, que, mesmo depois de um casamento de 15 anos, 2 filhos e muita estrada, acredita cegamente que é sempre tempo de recomeçar, e que tem força de vontade e paciência (de Jó) para viver (ainda mais quando é) com alguém (tão parecido comigo) como meu Paizinho.
Pode haver aqui algum desavisado, perdido na blogsfera, que venha dizer que eu sou um docinho de pessoa, tão cândida! Mas quem me conhece a sério sabe bem que de docinho tenho pouco. Ou então, sou a perfeição de criatura com o sentido de auto-crítica mais apurado do universo. De um jeito ou de outro, a ordem dos factores não altera o produto. Assim, acho que viver com meu pai é fantástico. Mas só serve para alguém como eu, feita da mesma forja que ele… ou então, como a Cabíria.
Ah e tal que, então, eu contei para Cabíria uma certa estória que anda acontecendo num gerúndio à conta-gotas na minha cabeça, e eu, com a ilusão pateta da armadura de adamantium que veste a minhoca, depois de 2 ou 3 perguntas simples, fiquei totalmente nua, desvendada, reduzida ao mais banal dos lugares comuns. Não é todo mundo que tem o direito de olhar e saber, de dentro para fora, aquilo que sinto. Ainda não preenchi este formulário para ela. Mas ali estava eu, sem palavras, sem argumentos, sem razão. Teimosa que sou, ainda assim, acho que ela esconde uma carta na manga: ela vive com meu Pai. E conhece o meu Pai, no melhor e no pior que a armadura tem para oferecer. Diz e repete, em alto e bom som, para quem quiser ouvir: ba-ba-qui-ce! Perda de tempo, lamechice, viadagem.
Ai de mim!
Saturday, September 13, 2008
Férias férias
Aqui estou eu, finalmente, de volta à civilização!
Mesmo só do Aeroporto pro fim do mundo (leia-se Barra de Maricá), coisas bonitas já aconteceram! A IBERIA perdeu minha mala... (pois é Sofs)
Perdeu não. Na verdade, a mala ficou em Lisboa... talvez, pela força do hábito, a mala achasse que devia ir para o Porto, com a Natália. Mas conseguiram lá convencê-la (à mala, não à Natália, infelizmente) a vir pro Brasil... e, mesmo a contra-gosto, a mala foi parar no destino certo.
Valeu como boas vindas à Pátria amada, Mãe gentil e pelo susto de achar que tinha perdido as minhas roupinhas preferidas.
eu e o fantástico roupão de setim da minha mãe
Fora isso, houve (alguma) praia e muita música e diversão com meu Tio Beto no fim de semana.

Teve também muito debate de temas com a minha mãezinha...
engraçado como, em Maricá, as horas demoram tanto a passar e, apesar disso, o tempo passa tão depressa...
Agora estou em Terê. Acabei de chegar. E meu pai está com a corda toda!
Na padaria: "Dá-me vinte franceses que eu vou fazer uma revolução"
Mesmo só do Aeroporto pro fim do mundo (leia-se Barra de Maricá), coisas bonitas já aconteceram! A IBERIA perdeu minha mala... (pois é Sofs)
Perdeu não. Na verdade, a mala ficou em Lisboa... talvez, pela força do hábito, a mala achasse que devia ir para o Porto, com a Natália. Mas conseguiram lá convencê-la (à mala, não à Natália, infelizmente) a vir pro Brasil... e, mesmo a contra-gosto, a mala foi parar no destino certo.
Valeu como boas vindas à Pátria amada, Mãe gentil e pelo susto de achar que tinha perdido as minhas roupinhas preferidas.
Fora isso, houve (alguma) praia e muita música e diversão com meu Tio Beto no fim de semana.
Teve também muito debate de temas com a minha mãezinha...
engraçado como, em Maricá, as horas demoram tanto a passar e, apesar disso, o tempo passa tão depressa...
Agora estou em Terê. Acabei de chegar. E meu pai está com a corda toda!
Na padaria: "Dá-me vinte franceses que eu vou fazer uma revolução"
Tuesday, September 02, 2008
Friday, August 29, 2008
Sou uma preguiçosa!
Meu querido amigo Pedro Setti Perdigão está a mochilar pelos arredores das Argentinas... e como tal, escreve um diário de viagem que envia aos amigos para que nós acompanhemos o seu percurso e suas peripécias.
Num dos e-mails, Pedro faz uma pausa, a meio da narrativa, para explicar que, antes de fechar a mala, uma pessoa deve parar e incorporar a Poliana (que é o ícone da easy-goingness, que beira a palermice). Só se deve sair de casa com a certeza de que alguma coisa (possivelmente tudo) vai sair diferente dos planos e que haverá perrengue.
Eu, que me acho uma pessoa sem a menor paciência (de Jó), que acho que sou explosiva e que fico facilmente com raivinha (especialmente de objectos e circunstânicias), cheguei à brilhante conclusão que, na verdade, eu tenho sim um quê de Poliana. Nas viagens (curtas ou longas) que faço, saio sempre de casa pronta pro que der e vier. Na verdade, nem gosto muito de ter tudo milimetrado (já basta ser psicopata no laboratório), porque quanto mais uma pessoa planeja, maior a chance de se decepcionar com o resultado final. E, pensando bem, fora as experiências que faço (que já me tomam 90% do meu tempo e da minha energia útil), NADA mais é planejado. Normalmente, decido o que vou fazer a seguir, em cima do laço, meu fim de semana é combinado na sexta-feira, decido o que vou comer quando chego ao restaurante... Se sim, sim. Se não, não. Whatever!
E nada disso é devido a uma fé cega em Deus (como é o caso da Poliana), ou por ter, finalmente alcançado a luz, sob a influência dos ensinamentos de Buda: a verdade é que sofrer cansa. Dá trabalho. E a mim, nem é a paciência que me falta... falta-me é energia! Tenho preguiça.
Num dos e-mails, Pedro faz uma pausa, a meio da narrativa, para explicar que, antes de fechar a mala, uma pessoa deve parar e incorporar a Poliana (que é o ícone da easy-goingness, que beira a palermice). Só se deve sair de casa com a certeza de que alguma coisa (possivelmente tudo) vai sair diferente dos planos e que haverá perrengue.
Eu, que me acho uma pessoa sem a menor paciência (de Jó), que acho que sou explosiva e que fico facilmente com raivinha (especialmente de objectos e circunstânicias), cheguei à brilhante conclusão que, na verdade, eu tenho sim um quê de Poliana. Nas viagens (curtas ou longas) que faço, saio sempre de casa pronta pro que der e vier. Na verdade, nem gosto muito de ter tudo milimetrado (já basta ser psicopata no laboratório), porque quanto mais uma pessoa planeja, maior a chance de se decepcionar com o resultado final. E, pensando bem, fora as experiências que faço (que já me tomam 90% do meu tempo e da minha energia útil), NADA mais é planejado. Normalmente, decido o que vou fazer a seguir, em cima do laço, meu fim de semana é combinado na sexta-feira, decido o que vou comer quando chego ao restaurante... Se sim, sim. Se não, não. Whatever!
E nada disso é devido a uma fé cega em Deus (como é o caso da Poliana), ou por ter, finalmente alcançado a luz, sob a influência dos ensinamentos de Buda: a verdade é que sofrer cansa. Dá trabalho. E a mim, nem é a paciência que me falta... falta-me é energia! Tenho preguiça.
Thursday, August 21, 2008
O Tarot funciona!
Depois do suplício dos mosquitos e depois da lição do ácido xanturênico, nem parece verdade, mas encontrei oocistos nos mosquitos do cruzamento blablablablablablablablablabla blablablablablabla blablablablablablablabla blablabla blablablablablablablablabla blablablablablablablabla blablablablablablablablabla blablabla blablablablablabla blablablablablablabla e agora, os mosquitos vão picar os ratos e, se os ratos ficarem doentes eu já tenho garantido o material biológico para o meu doutoramento. Fantástico! Maravilhoso! Weeeeeeee
Ai, Marta... tinhas mesmo razão. Agosto é mesmo o mês... Que medo!
Ai, Marta... tinhas mesmo razão. Agosto é mesmo o mês... Que medo!
Monday, August 18, 2008
De repente, não mais que de repente...
Tudo que era mau ficou bom
e de todas as incertezas fez-se chão
da neblina fez-se luz...
(e graças a Deus que eu não sou poetiza, se não morria de fome!)
Mas já há visto, já há Brasil, já há férias... também já há pausa e quebra de paradigma, já há vida Paris Hilton, com pessoas Paris Hilton, na cidade Paris Hilton, ao alcance de um telefonema.
O final de Julho e início de Agosto foram marcados pela resolução, enfim!
E depois de tanta coisa que aconteceu em apenas 2 semanas, fui obrigada a accionar o desfragmentador de disco (do disco rígido do meu cérebro!). Porque eu ainda me surpreendo com as acções das pessoas... e pior, surpreendo-me ainda com as minhas reacções...
e de todas as incertezas fez-se chão
da neblina fez-se luz...
(e graças a Deus que eu não sou poetiza, se não morria de fome!)
Mas já há visto, já há Brasil, já há férias... também já há pausa e quebra de paradigma, já há vida Paris Hilton, com pessoas Paris Hilton, na cidade Paris Hilton, ao alcance de um telefonema.
O final de Julho e início de Agosto foram marcados pela resolução, enfim!
E depois de tanta coisa que aconteceu em apenas 2 semanas, fui obrigada a accionar o desfragmentador de disco (do disco rígido do meu cérebro!). Porque eu ainda me surpreendo com as acções das pessoas... e pior, surpreendo-me ainda com as minhas reacções...
Wednesday, July 23, 2008
e o ratel sou eu??

Ontem descobri um animal fantástico: o ratel.
Também conhecido como honey badger, caça cobras nos altos das árvores e, mesmo velho e sem dentes, lutou durante 1h antes de ser morto por um leopardo.......
é melhor definido pela palavra tenaz.
Identificação automática!
Também conhecido como honey badger, caça cobras nos altos das árvores e, mesmo velho e sem dentes, lutou durante 1h antes de ser morto por um leopardo.......
é melhor definido pela palavra tenaz.
Identificação automática!
Sunday, July 20, 2008
Junho foi e Julho já está quase...
Não sei porque cargas d'água eu, de vez em quando, meto na cabeça que tenho que me mover. Que fazer e acontecer. Que algo está mal e que tenho que fazer aquilo que faço melhor: RESOLVER.
Em Junho, então, DECIDI que haviam muitas pendências e que tinha que fazer alguma coisa. Enumerei tarefas, planeei datas e métodos. Fiz um plano de actividades, exactamente como fiz com os testes de droga e os ratinhos em Fevereiro e Março...
MAS o problema é que, (como apontou muito bem o Wanderson) quando o problema envolve mais que uma pessoa, já tem variáveis a mais e condições que fogem ao nosso controle...
E assim foi com a Task#2, a apresentação do meu trabalho, a Task#3 que era a resolução do visto, as Tasks#5 e #6 que são a comissão tutorial e a alteração do projecto... bem como as Tasks #1 e #4, que, apesar de tudo ter corrido como o planeado, tratam-se de coisas que não são e sim, vão sendo...
e cá estou eu, mais uma vez, de frente para a realidade de que as coisas (ao contrário das experiências com os ratinhos) não se definem, começam e acabam quando eu decido que é hora de RESOLVER.
...locked up inside of my loops...
Em Junho, então, DECIDI que haviam muitas pendências e que tinha que fazer alguma coisa. Enumerei tarefas, planeei datas e métodos. Fiz um plano de actividades, exactamente como fiz com os testes de droga e os ratinhos em Fevereiro e Março...
MAS o problema é que, (como apontou muito bem o Wanderson) quando o problema envolve mais que uma pessoa, já tem variáveis a mais e condições que fogem ao nosso controle...
E assim foi com a Task#2, a apresentação do meu trabalho, a Task#3 que era a resolução do visto, as Tasks#5 e #6 que são a comissão tutorial e a alteração do projecto... bem como as Tasks #1 e #4, que, apesar de tudo ter corrido como o planeado, tratam-se de coisas que não são e sim, vão sendo...
e cá estou eu, mais uma vez, de frente para a realidade de que as coisas (ao contrário das experiências com os ratinhos) não se definem, começam e acabam quando eu decido que é hora de RESOLVER.
...locked up inside of my loops...
Friday, July 11, 2008
Not Yet
Ah e tal, ok: fui ontem tratar do visto.
Não foi nem preciso me aborrecer. Disse calmamente que não achava justo pagar a multa e 1+1 são 2, a senhora do SEF conferiu e viu que estava tudo em ordem. Fiquei muito feliz.
Pois é, mas como não há doce sem acre, é a Casa da Moeda que emite o cartão de residência (que deve ser muito bonito e colorido, por sinal...) e isso demora, em média, 2 meses. Fantástico.
Mais dois meses com um recibinho (que dessa vez é branco!)... nada de Brasil... nada de Escócia.
Não foi nem preciso me aborrecer. Disse calmamente que não achava justo pagar a multa e 1+1 são 2, a senhora do SEF conferiu e viu que estava tudo em ordem. Fiquei muito feliz.
Pois é, mas como não há doce sem acre, é a Casa da Moeda que emite o cartão de residência (que deve ser muito bonito e colorido, por sinal...) e isso demora, em média, 2 meses. Fantástico.
Mais dois meses com um recibinho (que dessa vez é branco!)... nada de Brasil... nada de Escócia.
Monday, July 07, 2008
Micróbio da Sociedade
Eu sou um micróbio da sociedade.
Tenho um relatório de actividades referente ao primeiro ano do meu doutoramento para entregar aos membros da minha comissão tutorial. Já vou a meio do segundo ano, e nada de entregar o relatório. Hoje passei pelo Coruja, que estava triunfante em relembrar-me deste facto. Ri-me sem jeito. Sou assim: relapsa... fazer o quê??
Recebi, finalmente a resposta do SEF quanto ao meu pedido da autorização de residência. Deferido. Pois, mas, para além da taxa do visto, tenho que pagar também uma multa por não tratar das coisas atempadamente. Uma multa porque o recibinho azul caducou......... Sou assim, já sabemos...
Venho pro laboratório e, não há ratos, não a Puedro... passo o dia todo sem fazer um caralho, pensando na hora de sair e ir pra esplanada. Está sol e calor. Dia de esplanada!
E acreditem, é só por má vontade que eu não trato das prendas e da organização de eventos............ porque, além de relapsa, sou assim: horrível!
Tenho um relatório de actividades referente ao primeiro ano do meu doutoramento para entregar aos membros da minha comissão tutorial. Já vou a meio do segundo ano, e nada de entregar o relatório. Hoje passei pelo Coruja, que estava triunfante em relembrar-me deste facto. Ri-me sem jeito. Sou assim: relapsa... fazer o quê??
Recebi, finalmente a resposta do SEF quanto ao meu pedido da autorização de residência. Deferido. Pois, mas, para além da taxa do visto, tenho que pagar também uma multa por não tratar das coisas atempadamente. Uma multa porque o recibinho azul caducou......... Sou assim, já sabemos...
Venho pro laboratório e, não há ratos, não a Puedro... passo o dia todo sem fazer um caralho, pensando na hora de sair e ir pra esplanada. Está sol e calor. Dia de esplanada!
E acreditem, é só por má vontade que eu não trato das prendas e da organização de eventos............ porque, além de relapsa, sou assim: horrível!
Tuesday, July 01, 2008
Gígi
Ao debatermos o porquê do trabalho, os parasitas e as experiências falhadas serem capazes de exercer tamanho impacto no nosso humor.....
"Existem coisas piores na vida... mas a nossa vida é isto, pá..."
"Existem coisas piores na vida... mas a nossa vida é isto, pá..."
Sunday, June 22, 2008
a pedra
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
Drummond
Tuesday, June 17, 2008
Wednesday, June 04, 2008
Eu sou o máximo, eu sei...
...a respeito da falta de continuidade dos projectos, no blog do Marco Aurélio.......
"Verdade é que as coisas, tal como o futebol, acabam quando terminam."
Há dias em que até eu me surpreendo com minha capacidade de ser palerma!
"Verdade é que as coisas, tal como o futebol, acabam quando terminam."
Há dias em que até eu me surpreendo com minha capacidade de ser palerma!
Chegou o Verão!!!!
At last....
Até o Destak diz que agora vai!!!
E todos nós queremos acreditar!
Mas pena que a meteorologia tem sido tão fiável quanto o horóscopo!
Tuesday, May 27, 2008
Chove??
Não, não. Faz sol!
E assim passam os dias de primavera em Lisboa: na dança indecisa das nuvens...
-mais uma para o annoyance-
E assim passam os dias de primavera em Lisboa: na dança indecisa das nuvens...
-mais uma para o annoyance-
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