Tuesday, January 20, 2009
Contos da Cripta II
Saturday, January 17, 2009
O kit SYBR Green
Monday, January 12, 2009
O Labirinto do Fauno não é filme pra criança...
Wednesday, January 07, 2009
Últimas Notícias
Monday, January 05, 2009
Contos da cripta
Ele, em 5 anos de Universidade, limpou o quarto 3 vezes. Ele fala de gajas, bebe copos... é um javardo.
Daí que ele conheceu a Fátima e 6 meses depois, tinha a certeza de que ela era a mulher da vida dele. Era verão e tudo aconteceu depressa. Ela rapidamente se mudou para a casa dele, e passaram a estar juntos, decidir tudo juntos, almoçar juntos, ir juntos, voltar juntos.............................................................. os amigos dele não o reconheciam mais. Ao pé dela, ele era como que um betolas, um coninhas... é ele que lava, é ele que cozinha... é ele que aspira o chão e depois passa a swiffer.
Eis que ele toma a decisão: vou pedí-la em casamento. 14 de Fevereiro, Dia dos Namorados, ele convida-a para um jantar mega romântico. Ela não quis ir jantar fora, por isso, ele fez o jantar em casa. Luz de velas, comida afrodisíaca. Comprou um anel, ajoelhou-se e lançou a pergunta: Fátima, amo-te! Casas-te comigo? E ela:
- Pode ser...
Tema musical: eu vou-te excluir do meu orkut
Friday, January 02, 2009
Eu devo ser bruxa...
Vá, tudo tem um lado positivo....
possuída pelo demónio
Monday, December 29, 2008
Não quero...
Não acho que haja uma razão especial, mas acho que será um ano ruim. Ruim, não. MUITO ruim. E tenho uma certeza quase que paradigmática. E logo eu que não sou dada a superstições, mas como boa brasileira que sou (baseada no princípio de que não creio em bruxas... mas que elas existem, existem!) estou tentando preparar-me psicologicamente para as vacas magras.
De facto, uma pessoa, nesta altura do ano, logo a seguir ao Natal (que me deixa sempre extremamente piegas), pára para pensar na vida, em tudo o que aconteceu, nas escolhas que fez... e depara-se com coisas boas e más, coisas que repetiria e coisas que mudaria, se pudesse. Ainda bem, para a minha sanidade mental, que mesmo quando penso que algo poderia (ou até deveria) ter sido feito de outra forma, não me destruo em remorsos. Nem em nostalgias. Mas é inevitável, tendo como base o ano que termina e a retrospectiva que se faz, considerar e fazer algumas previsões para o ano que começa. E por mais que não veja de onde, acho que vai ser tudo muito ruim.
Talvez seja o passar dos anos. Talvez seja a solidão. Talvez seja porque não acredito mais em fadas. Talvez seja porque não vejo maneira de ser diferente. Ou pior, acho que, daqui para a frente é, como no Beleza Americana "This will be the high point of my day; it's all downhill from here". Não sei.
O que sei é que para Janeiro tenho cá meu primo querido, Rodrigo. Depois vem o tal brasileiro com o qual irei fazer experiências com imensos ratos.Tantos que o Puedro até já disse que podemos adiar as MINHAS experiências da rataria. Em Março/Abril tenho o encontro da British Society of Parasitology, Edimburgo. E, provavelemente, fico por lá por umas semanas para, finalmente, fazer a parte do trabalho que era suposto fazer, desde 2007. Em Setembro tenho o congresso em Verona. Nesse meio tempo, queria viajar, por um fim de semana, ou assim... Sozinha. Ia ser bom. Assim como têm sido boas as férias de Natal aqui no Porto (não me entendam mal, mas é uma merda sempre que tiro férias ter aquela imposição de ir para o Brasil.......)
Mas o mais provável é que, assim como este post (para o qual parece não haver um fim), 2009 será mais um ano. Meu pai vai continuar do outro lado do oceano, vou continuar a não entender a minha mãe, a Natália vai continuar no Porto, vou continuar a ter como certo o nada e os ratos...
Sem grandes eventos. Porque tudo vem de dentro para fora...
Nada.
Thursday, November 20, 2008
leftovers
...eu e a micha.
Thursday, November 13, 2008
o biotério é o melhor lugar do instituto
Coitados dos ratos.
Crapules, salauds
Bourgeois, blaireaux
Sunday, November 09, 2008
Tuesday, October 21, 2008
à manivela
1. as coisas que vive são engraçadas/absurdas/ridículas/horríveis e merecem ser narradas;
2. consegue escrever de uma forma minimamente agradável/inteligível;
3. gosta de partilhar as experiências e a maneira como as vê com os outros (conhecidos ou não).
Pelo menos, pensando assim, fria e rapidamente, estas são as premissas básicas, sem as quais, nem vale a pena iniciar um blog.
Mesma coisa com um diário. Só que, nesse caso particular, a partilha não é, de maneira nenhuma, um objectivo. Mas, por outro lado, escrever ajuda a ordenar os pensamentos, coisa que dá imenso jeito (especialmente a gente monotarefa como eu...).
Mas já há um tempo, tenho sentido uma dificuldade absurda de escrever. Até têm acontecido coisas narráveis, mas as palavras escapam-me e tudo não passa de uma boa intenção. Mesmo este post está ordinário, básico, medíocre. Não sei, sinceramente, o que se passa. Não sei se perdi o meu "mojo" ou se ganhei senso crítico.
Saturday, October 18, 2008
1 fds, 2 fds
O que importa mesmo é que estou de volta em força! E semanas assim voltam a merecer fins de semana a sério.

No sábado passado, encontrei-me com a minha querida Nat Nat, Vasco e Houda Halley (da esq para a dir)para uma festa Pop fantástica no Santiago Alquimista. Só tocou Madonna, Michael Jackson e Prince. Não é preciso dizer que eu, tolinha, do alto dos meus sapatinhos novos (roxos e sexys), não consegui andar de volta para o carro, no fim da noite. Mas ok. Da próxima, eu levo umas sabrinas na mala...
Wednesday, October 01, 2008
Diário de Via(da)gem
3 semanas de carinho.
Começando pelo começo...
Cheguei e, sem mala, fui pra Maricá. Apanhei DOIS fantabulásticos dias de Sol e praia. weeeeee
E aqui a prova! Eu e minha Mãe na praia.
Dia 11 foi aniversário da minha Mãe e fizemos lá uma mega festa, como mega convidados e um mega bolo!!
Depois disso, agarrei nas trouxinhas e corri para Teresópolis. Cidade do Pico do Dedo de Deus,
Terra do frio polar, da D.Natália, da Jujuba, da Cabíria e, agora também, terra do Jorge.
Hora da Matemática

e Hora do Doce com Matemática
Quando cheguei no Rio fiquei na casa do Tatuzinho e da Mari...
Segunda foi dia de muita correria que acabou na casa do Marco Aurélio, com o clã dos limões...
azul X roxo
Na terça, fomos a um barzinho com o meu primo querido Ro e com o Wan, para variar, sempre presente! :-D
Depois de ver a Selma, minha eterna Buddy!!, fui pra Jacarepaguá ver a Gisele, que qualquer dia desses aparece na Caras, casada com o Meritíssimo Digão...
Inacreditavelmente(?), minha câmera resolveu que me ia sacanear e perdi as fotos da quinta, quando estive com minha tia Leny, com a Eliza e com a Lu. Mas o Wan (mais uma vez, o Wan) fotografou os últimos momentos. Na casa do Tatuzinho, depois de uma longa noite de debate de temas, estávamos todos fresquinhos, prontos para mais 12 horas de conversa!



Foi muito bom. Nem há palavras.
Friday, September 26, 2008
Ray of Light
Ontem, como quarta e terça e segunda, foi a mesma coisa! Nessa, vi um monte de gente! Acredito que consegui estar com 80% das pessoas com quem eu gostaria de ver.
Verdade é que passei mais tempo indo e vindo do que lá, onde quer que eu tenha ido. O que acontece é que o Rio de Janeiro é uma cidade ENORME. Eu já parecia a Sofia Borges: saio agora às 10h, vou ao Centro da cidade, compro umas coisas, na volta passo no Rio Sul, compro outras coisas, e, antes do meio dia estou de volta..........
Gosto de sonhar com o dia em que irão inventar o teletransporte, o qual irá transformar todo o tempo gasto em tempo útil.
Thursday, September 25, 2008
Homo sapiens sapiens
Mari, sobre as vicissitudes da vida a dois...
Monday, September 22, 2008
Wednesday, September 17, 2008
Cabíria

A minha madrasta (ou boadrasta, como ela prefere ser chamada) caiu de pára-quedas na minha vida quando começou a andar com o meu pai. Não. Ao contrário. Caí eu, de pára-quedas na vida dela quando vim, em 2005 visitar meu Pai em Teresópolis, pela primeira vez, depois de me ter mudado para Portugal. Desde o primeiro instante (eu e essa minha mania de achar que olho para as pessoas e “vejo”) gostei muito dela. Conversamos por imenso tempo enquanto eu ainda tentava me acostumar ao facto de ter ali, depois de 2 looongos anos, bem na minha frente, o meu Pai – eu sei que isso parece papo de filho adoptivo que reencontra os pais biológicos, mas enfim… há gente e situações que me causam os efeitos mais inesperados.
No ano passado, confesso que não sei muito bem o que se passou. Tenho a impressão de que ela não esteve aqui por muito tempo… quase não convivemos, quase não conversamos. E dos 3 ou 4 diálogos que tivemos, só me lembro do desastroso dia do “todas as pessoas de quem eu gosto, tenho a certeza, vão para o Inferno”. Os olhos verdes de Cabíria arderam em chamas e ela respondeu indignada: “Ah, mas eu não vou pro Inferno, não!” Já nem me lembro bem do que pensei: se ela estaria ofendida pela sugestão da sua maldade ou se pela sua exclusão do círculo de pessoas que eu amo.
Este ano, Cabíria tem estado, sem dúvida mais presente. E apesar de Libra que é, não é uma pessoa calculista, e nem tão pouco indecisa! Blá blá blá psico-exotérico à parte, eu, que sempre critiquei minha mãe pela conversa do “sou muito velha para correr atrás de homem” aos 45, tenho que tirar o chapéu para a Cabíria, que, mesmo depois de um casamento de 15 anos, 2 filhos e muita estrada, acredita cegamente que é sempre tempo de recomeçar, e que tem força de vontade e paciência (de Jó) para viver (ainda mais quando é) com alguém (tão parecido comigo) como meu Paizinho.
Pode haver aqui algum desavisado, perdido na blogsfera, que venha dizer que eu sou um docinho de pessoa, tão cândida! Mas quem me conhece a sério sabe bem que de docinho tenho pouco. Ou então, sou a perfeição de criatura com o sentido de auto-crítica mais apurado do universo. De um jeito ou de outro, a ordem dos factores não altera o produto. Assim, acho que viver com meu pai é fantástico. Mas só serve para alguém como eu, feita da mesma forja que ele… ou então, como a Cabíria.
Ah e tal que, então, eu contei para Cabíria uma certa estória que anda acontecendo num gerúndio à conta-gotas na minha cabeça, e eu, com a ilusão pateta da armadura de adamantium que veste a minhoca, depois de 2 ou 3 perguntas simples, fiquei totalmente nua, desvendada, reduzida ao mais banal dos lugares comuns. Não é todo mundo que tem o direito de olhar e saber, de dentro para fora, aquilo que sinto. Ainda não preenchi este formulário para ela. Mas ali estava eu, sem palavras, sem argumentos, sem razão. Teimosa que sou, ainda assim, acho que ela esconde uma carta na manga: ela vive com meu Pai. E conhece o meu Pai, no melhor e no pior que a armadura tem para oferecer. Diz e repete, em alto e bom som, para quem quiser ouvir: ba-ba-qui-ce! Perda de tempo, lamechice, viadagem.
Ai de mim!
Saturday, September 13, 2008
Férias férias
Mesmo só do Aeroporto pro fim do mundo (leia-se Barra de Maricá), coisas bonitas já aconteceram! A IBERIA perdeu minha mala... (pois é Sofs)
Perdeu não. Na verdade, a mala ficou em Lisboa... talvez, pela força do hábito, a mala achasse que devia ir para o Porto, com a Natália. Mas conseguiram lá convencê-la (à mala, não à Natália, infelizmente) a vir pro Brasil... e, mesmo a contra-gosto, a mala foi parar no destino certo.
Valeu como boas vindas à Pátria amada, Mãe gentil e pelo susto de achar que tinha perdido as minhas roupinhas preferidas.
Fora isso, houve (alguma) praia e muita música e diversão com meu Tio Beto no fim de semana.
Teve também muito debate de temas com a minha mãezinha...
engraçado como, em Maricá, as horas demoram tanto a passar e, apesar disso, o tempo passa tão depressa...
Agora estou em Terê. Acabei de chegar. E meu pai está com a corda toda!
Na padaria: "Dá-me vinte franceses que eu vou fazer uma revolução"


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